Com 04 suicídios em 2018, sendo 03 por pessoas idosas, comunidade de Morrinhos se preocupa com o fato lamentável

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Em 2018, foram registrados 03 homicídios em Morrinhos, em 50 dias, além de várias tentativas de homicídio com armas de fogo e facas, entre outras armas brancas, que não foram concretizadas.

Até mesmo dentro do presídio houve uma tentativa de homicídio de um detento contra outro, que não se concretizou.

PIOROU

A condição de violência neste início de ano em Morrinhos piorou quando é feito um comparativo com o ano anterior.

Em 2017 o 3º homicídio só foi registrado após 74 dias, e neste ano foi no 50º dia.

Outra condição agravante em relação ao ano anterior é o fato de nenhum autor ter sido identificado nestes homicídios de 2018. Ninguém foi preso!

O fato fica ainda mais negativo quando as suspeitas são de que estes crimes possam estar ligados ao submundo das drogas.

Importante ressaltar que uma vítima de homicídio também não foi identificada ainda.

Há suspeitas de autores, porém, não há confirmação de nenhuma autoria até o momento.

ESTUPROS

Casos de estupros e abusos sexuais também foram registrados neste início de ano. Em quase todos, além da violência sexual também houve extrema violência física e agressões que causaram ferimentos nas vítimas, além do trauma psicológico.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

É outro crime que apesar de ser abominável se tornou comum em Morrinhos. Homens são detidos constantemente pelas polícias civil e militar após agredirem suas amásias, esposas, namoradas, ou companheiras. Mandados de prisão são cumpridos com frequência para punir este crime.

SUICÍDIOS

Outro fato extremamente chocante em Morrinhos é o alto número de suicídios. Já foram QUATRO, em 70 dias de 2018.

Infelizmente esta é uma característica antiga de Morrinhos. Em média são registrados entre 07 e 12 suicídios, a cada ano na cidade dos pomares.

ENCONTRO DE CADÁVER

Neste 2018 ainda tivemos o encontro de 02 cadáveres, em duas ocorrências distintas, porém, os casos foram classificados como morte natural, sem suspeitas de homicídio e nem mesmo de suicídio.

O PRIMEIRO HOMICÍDIO

Foi contra uma mulher ainda não identificada. O corpo dela foi encontrado no dia 29/01/18, numa região de mato, atrás do cemitério São Francisco de Assis, com sinais de agressão física na face e de abuso sexual.

A mulher não portava documentos e ainda não foi identificada.

A Polícia Civil segue investigando o caso. Existem algumas suspeitas, mas ainda não foi possível definir a identificação da vítima.

O SEGUNDO HOMICÍDIO

Foi contra um jovem de apenas 20 anos. No domingo, 18/02/18.

Sidney Júnior da Silva Cruz foi executado com vários disparos de arma de fogo. Ele estava com amigos no Clube dos Servidores da Prefeitura, quando dois homens chegaram em uma moto, atiraram contra ele e fugiram em seguida.

Outro jovem, de 19 anos, que estava no local foi baleado, mas não corre risco de morte.

O TERCEIRO HOMICÍDIO

Foi registrado na noite de segunda-feira, dia 19/02/18, quando uma família que trafegava pela estrada rural da região Serra, pouco à frente do local conhecido como Porteira Preta encontrou o corpo de um homem.

Ele tinha sinais aparentes de disparos de arma de fogo na cabeça, o que sugere uma execução. Pelo estado do corpo há a suspeita de que tenha sido morto dois ou três dias antes de ser encontrado.

Assustadas as pessoas que avistaram o corpo à margem da estrada acionaram a Polícia Militar, e em seguida a polícia civil e depois a Polícia Técnica.

Rapidamente a Polícia Civil identificou o morto. Trata-se de Adriano de Oliveira, Santos, de 26 anos, segundo dados da equipe chefiada pelo delegado Fabiano Jacomelis, titular da delegacia de Polícia Civil de Morrinhos.

Ele é natural de Buriti Alegre e não era morador de Morrinhos. Ao que parece trabalhava em propriedades rurais e já trabalhou em Pontalina e Aloândia, onde tem familiares.

O PRIMEIRO SUICÍDIO

O Sr. Anedir Elias da Silva, de 76 anos, foi encontrado morto no final da manhã de sexta-feira, 05/01/18, em Morrinhos.

As polícia foram acionadas e ao chegarem ao local constataram o fato, triste e lamentável.

Ele morreu por enforcamento, na casa onde residia à Rua Coronel João Lopes Zedes e a polícia trata o caso como suicídio.

Anedir era comerciante e já foi sócio de uma loja de móveis em frente ao Banco Santander, na Rua Major Limírio.

Faz algum tempo que ele vendeu aquela loja, que hoje pertence a outro comerciante.

Anedir é pai do professor Ronaldo Elias do IF Goiano. Fato triste e lamentável.

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O SEGUNDO SUICÍDIO

Aconteceu no 11º dia do ano. Passava pouco das 04h00 da madrugada de quinta-feira, 11/01/2018, quando o COPOM 190 da Polícia Militar foi acionado por uma mulher que solicitou a presença da PM à Avenida Perimetral, esquina com a Rua Z, no setor Noroeste.

Ao chegarem os policiais adentraram à casa e encontraram o filho dela, aparentemente sem sinais vitais, pendurado ao pescoço, por um fio, em uma vigota na área de serviço da casa.

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado e confirmou a falta de sinais vitais e a morte do jovem.

Trata-se de Jowber Cardoso dos Santos Filho, de apenas 21 anos de idade. Ele é filho do Policial Militar Sargento Jowber – de muitas amizades em Morrinhos. Fato triste e lamentável.

O TERCEIRO SUICÍDIO

Foi no final da manhã do último dia de fevereiro. Era próximo do meio dia quando a Sra. Licea Santos de Souza chegou em sua casa do trabalho para o almoço, mas infelizmente se deparou com uma cena terrível.

O marido dela, José Humberto Alves, 57 anos estava pendurado pelo pescoço, amarrado em uma corda no caibro da área da casa, que fica à Av. Coronel Pedro Nunes, perto da Academia Damásculo, no setor central.

Licea Santos contou aos policiais que o marido já havia tentado suicídio outras duas vezes e que ele estava realizando tratamentos psicológicos.

O QUARTO SUICÍDIO

Foi na manhã de domingo, 11/03/18. A Polícia Militar foi acionada para comparecer a uma residência à Avenida Couto de Magalhães, no setor central.

A família de Homero José Nogueira, de 95 anos de idade relatou que ele tinha o costume de levantar-se aos domingos, ainda na madrugada, e sempre próximo das 05h30 se dirigia à feira coberta, num hábito antigo.

Neste domingo, ele não compareceu à feira, o que chamou a atenção de seus familiares que, preocupados, deixaram a feira e saíram à sua procura.

Eles foram a procura de Homero em sua casa e lá chegando encontraram Homero José pendurado pelo pescoço, em uma corda, no caibro de um barracão que fica aos fundos da residência.

Imediatamente eles acionaram a Polícia Militar. Em seguida a Polícia Técnica também foi acionada e compareceu para realizar o levantamento dos dados e informações do local para confecção de laudo posteriormente.

Após este trabalho os técnicos do IML fizeram a remoção do corpo.

A Polícia Civil assumirá o caso, para os procedimentos de praxe.

correiosulgoiano.com.br

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